Última atualização: 5 de setembro de 2026.
Esta política vale para o Aponteaí — o site aponteai.com.br e o aplicativo de mesmo nome. Ela está escrita para ser lida, não para se proteger de você: onde houver uma decisão desconfortável, ela está dita com todas as letras.
O Aponteaí é operado por Ariel Polita (responsável comercial) e Itamar Ribeiro (responsável técnico). Para qualquer assunto desta política — acesso, correção, exclusão, portabilidade ou uma dúvida — escreva para contato@aponteai.com.br.
O encarregado de dados (DPO), responsável por atender pedidos sobre estes dados perante você e a ANPD, é Itamar Ribeiro, no mesmo endereço contato@aponteai.com.br.
Quando você grava um áudio ou fotografa um comprovante, o arquivo é transcrito ou lido e não é armazenado em lugar nenhum — nem no servidor, nem em serviço de arquivos. O que fica é o texto que saiu dele, e o lançamento que ele gerou.
Isso é decisão de projeto, não economia: não queremos ser depositários de comprovante dos outros. A consequência é que não há como recuperar o áudio ou a foto depois — se a transcrição saiu errada, o caminho é corrigir o lançamento.
Com ninguém para publicidade. O Aponteaí não vende dados, não usa identificador de publicidade, não tem rastreador de terceiros e não faz perfil para anúncio.
Há empresas que processam dados por nossa conta e sob nossas instruções, para o serviço funcionar. Elas estão nomeadas aqui porque você tem o direito de saber por onde os seus dados passam:
O que pedimos ao Google, e o que guardamos. São três permissões, e cada uma é a mais estreita que existe para o que ela faz: criar e editar apenas os arquivos que o próprio Aponteaí criar no seu Drive (drive.file); criar e manter apenas calendários criados por este app (calendar.app.created); e ler o seu endereço de e-mail, para saber a que conta do Aponteaí a ligação pertence. Nenhuma delas alcança o resto do seu Drive nem a sua agenda principal — nós não conseguimos abrir, listar nem apagar um arquivo que não tenhamos criado. Do seu lado do Google guardamos uma coisa só: a autorização de acesso, cifrada em repouso, usada exclusivamente para escrever naquela planilha e naquele calendário. Ela não é compartilhada com ninguém, e some quando você desconecta.
A ligação com o Google é sua, e você a desfaz quando quiser. Em Conta, o botão de desconectar tira o acesso dos dois lados — a nossa autorização e a permissão guardada na sua conta do Google. A planilha e o calendário continuam no seu Drive, com o que já foi enviado, e param de receber novidades.
E há uma consequência que precisa estar escrita: se você enxerga os lançamentos de outra pessoa desta conta, eles vão junto. A planilha fica no seu Drive com o extrato de quem divide a conta com você, e isso não se desfaz depois — por isso o aviso aparece na tela antes de você autorizar, e não no meio desta página.
Os servidores estão nos Estados Unidos. Isso é uma transferência internacional de dados, feita com base na execução do contrato entre você e o Aponteaí (art. 33 da LGPD) e sob os termos de proteção de dados dos fornecedores acima.
A razão é técnica e vale dizer: o banco e as funções que falam com ele ficam na mesma região. Separá-los custaria a cada tela quatro travessias de continente, e o produto ficaria lento para você.
Uma conta pode ter várias pessoas — quem divide as contas da casa. Quem entra por convite começa vendo apenas os próprios lançamentos, e só passa a ver os das outras se o dono da conta liberar.
O padrão é fechado de propósito: esquecer de abrir custa alguém ver de menos, e isso se resolve num toque; esquecer de fechar custa alguém ler o extrato de outra pessoa, e isso não se desfaz depois de visto.
O extrato tem dono; a conversa não. Todo mundo da conta lê a conversa inteira com o assistente — o que os outros escreveram, o texto do que eles falaram por áudio, e o que o assistente respondeu. Isso vale também para quem está com a visão de lançamentos fechada: o que é recortado por pessoa são os lançamentos, não as mensagens.
É de propósito, e a razão é que o contrário não funcionaria: uma conversa recortada por pessoa mostraria as suas frases e as respostas do assistente com as perguntas dos outros faltando no meio — e o assistente responderia sem o fio, porque ele lê a mesma conversa que você. Não seria uma conversa com menos linhas; seria um diálogo com metade das falas apagadas.
Então isto precisa estar dito antes de você entrar: se você aceita um convite, o que você escrever ou ditar na conversa é lido por quem já está na conta — e não há como escrever ali só para você. Quem não quiser dividir isso não deve ser convidado, e é por isso que o convite é preso a um endereço de e-mail: quem convida escolhe quem entra.
A LGPD (art. 18) garante a você confirmar o tratamento, acessar, corrigir, pedir portabilidade e pedir a exclusão dos seus dados. No Aponteaí:
Enquanto a sua conta existir. Ao excluí-la, os dados de uso são apagados — e o que fica, com o que fica, está dito por extenso na página de exclusão, porque essa é a parte que costuma ser escondida.
A senha nunca é guardada: fica só o resultado de uma função de derivação com custo de memória (Argon2id), que não permite voltar à senha original. O isolamento entre contas é imposto pelo próprio banco de dados, e não apenas por filtro no programa — uma consulta sem conta identificada não devolve linha nenhuma. Todo o tráfego é cifrado.
Trocar a senha encerra todas as sessões abertas, em todos os aparelhos.
O Aponteaí não se destina a menores de 18 anos e não coleta dados de crianças ou adolescentes conscientemente.
Se algo mudar, a data no topo muda junto, e uma alteração relevante é avisada por e-mail antes de valer.